GPM Soluções e Sistemas

Automação virou palavra obrigatória em qualquer conversa sobre eficiência operacional. 
O problema é que muitas empresas começam do jeito errado. 

Automatizam tarefas isoladas, compram ferramentas desconectadas e digitalizam processos ruins. O resultado é frustração, baixo retorno sobre investimento e a sensação de que a automação não entregou o que prometeu. 

A verdade é simples: automação não começa pela tecnologia. Começa pelo processo. 

O erro mais comum ao iniciar a automação

Grande parte das empresas inicia a automação tentando resolver sintomas, não causas. 

Alguns exemplos clássicos: 

  • digitalizar formulários sem revisar o fluxo 
  • automatizar relatórios sem padronizar dados 
  • usar sistemas diferentes para cada área 
  • tentar acelerar o campo sem estruturar o planejamento 

Quando isso acontece, o que se automatiza é o caos. 
Processos ruins automatizados apenas ficam mais rápidos em gerar erro. 

O ponto zero da automação: visibilidade operacional

  1. Antes de automatizar qualquer coisa, a empresa precisa responder a uma pergunta básica: 
    o que realmente acontece na operação? 

    Se o gestor não consegue enxergar com clareza: 

    • como as ordens de serviço nascem 
    • como são executadas no campo 
    • onde ocorrem atrasos 
    • onde existe retrabalho 
    • onde estão os maiores custos 

    Então a automação será baseada em suposição. 

    Automação sem visibilidade não é estratégia. É aposta.

Mapeie o fluxo real, não o fluxo ideal

Outro erro comum é mapear processos teóricos, aqueles que existem no papel, mas não na prática. 

O ponto de partida deve ser o fluxo real da operação, com todas as suas falhas, desvios e exceções. 

Perguntas-chave nesse momento: 

  • onde as informações se perdem? 
  • quais atividades dependem de pessoas, não de regras? 
  • onde o processo para e espera alguém agir? 
  • o que gera retrabalho recorrente?

    Esse mapeamento revela onde a automação gera impacto real, não cosmético. 

Comece pelos processos que geram maior perda

Nem tudo deve ser automatizado de uma vez. 
O caminho inteligente é priorizar processos com alto impacto financeiro e operacional. 

Normalmente, os primeiros candidatos são: 

  • abertura e fechamento de ordens de serviço 
  • coleta e registro de dados em campo 
  • aprovação e validação de informações 
  • controle de materiais e ativos 
  • consolidação de indicadores operacionais 

São áreas onde erros se repetem, o volume é alto e o custo da falha é grande. 

Padronização vem antes da automação

Automação exige padrão. 
Sem padronização, não existe regra clara para automatizar. 

Antes de qualquer fluxo automático, é preciso definir: 

  • campos obrigatórios 
  • critérios únicos de execução 
  • regras de validação 
  • responsáveis por cada etapa 

Padronizar não engessa a operação. Padronizar protege o negócio. 

Empresas que ignoram essa etapa criam sistemas que dependem de exceções constantes, o que anula os ganhos da automação. 

Automação de processos operacionais não é só software

Outro equívoco comum é tratar automação como compra de ferramenta. 

Automação de verdade envolve: 

  • processo bem definido 
  • tecnologia integrada 
  • pessoas treinadas 
  • indicadores claros 

Quando esses quatro pilares não estão alinhados, a tecnologia vira mais um sistema subutilizado.

A importância da integração desde o início

Outro equívoco comum é tratar automação como compra de ferramenta. 

Automação de verdade envolve: 

  • processo bem definido 
  • tecnologia integrada 
  • pessoas treinadas 
  • indicadores claros 

Quando esses quatro pilares não estão alinhados, a tecnologia vira mais um sistema subutilizado.

Onde a automação gera mais impacto nas operações de campo

Nas empresas com equipes externas, a automação transforma a operação quando aplicada nos pontos certos. 

Alguns exemplos práticos: 

  • ordens de serviço automáticas com dados completos 
  • checklists digitais que evitam erro humano 
  • registro de evidências em tempo real 
  • fluxos automáticos de aprovação 
  • indicadores atualizados sem intervenção manual 

Esses ganhos reduzem retrabalho, aceleram faturamento e aumentam previsibilidade.

O papel da GPM Soluções na automação operacional

A GPM Soluções foi desenvolvida para automatizar processos operacionais complexos sem perder controle. 

A plataforma integra: 

  • gestão de serviços em campo 
  • controle de materiais e ativos 
  • frota e deslocamento 
  • indicadores operacionais 
  • fluxos automáticos do início ao fim da operação 

Isso permite que a automação aconteça sobre processos padronizados, integrados e mensuráveis. 

O resultado não é apenas eficiência. É gestão baseada em dados reais. 

Conclusão: automatizar certo custa menos do que corrigir depois

Automação não é um projeto de tecnologia. É uma decisão estratégica. 

Começar pelo lugar errado custa caro, consome tempo e gera frustração. 
Começar com visão de processo, integração e dados gera eficiência sustentável. 

Empresas que automatizam com método ganham escala, controle e margem. 
As que automatizam no improviso apenas digitalizam problemas antigos. 

Se a sua operação ainda depende de planilhas, controles manuais e sistemas isolados, a pergunta não é se automatizar, mas por onde começar. 

E esse começo define todo o resultado. 

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